Mapas conceituais são propostos como uma estratégia potencialmente facilitadora de uma aprendizagem significativa. De um modo geral, mapas conceituais, ou mapas de conceitos, são apenas diagramas indicando relações entre conceitos, ou entre palavras que usamos para representar conceitos.
Apresentam-se em diagramas de significados, de relações significativas que buscam relacionar conceitos e hierarquizá-los; sempre deve ficar claro no mapa quais os conceitos contextualmente mais importantes e quais os secundários ou específicos; Setas podem ser utilizadas para dar um sentido de direção a determinadas relações conceituais, mas não obrigatoriamente.
Não há regras gerais fixas para o traçado de mapas de conceitos. O importante é que o mapa seja um instrumento capaz de evidenciar significados atribuídos a,conceitos e relações entre conceitos no contexto de um corpo de conhecimentos, de uma disciplina, de uma matéria de ensino.
Por exemplo, se o indivíduo que faz um mapa, seja ele, digamos, professor ou aluno, une dois conceitos, através de uma linha, ele deve ser capaz de explicar o significado da relação que vê entre esses conceitos.
Uma ou duas palavras-chave escritas sobre essa linha podem ser suficientes para explicitar a natureza dessa relação. Os dois conceitos mais as palavras-chave formam uma proposição e esta evidencia o significado da relação conceitual.
Mapas conceituais devem ser explicados por quem os faz; ao explicá-lo, pessoa externaliza significados. Reside aí o maior valor de um mapa conceitual.
Como podem ser usados
O mapeamento conceitual é uma técnica muito flexível e em razão disso pode ser usado em diversas situações, para diferentes finalidades: instrumento de análise do currículo, técnica didática, recurso de aprendizagem, meio de avaliação (Moreira e Buchweitz, 1993).
Exemplo 1- mapa conceitual sobre o ar:
Fonte de pesquisa:
Exemplo 2 - mapa conceitual sobre ensino / aprendizagem:
Fonte de pesquisa:


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