quinta-feira, 30 de maio de 2013

TESTE: Você está pronto para utilizar a tecnologia na Educação?

Os computadores e ferramentas como a internet estão cada vez mais presentes nos processos de ensino e de aprendizagem. O teste a seguir ajuda você a avaliar se já está integrado a esta onda de novidades.

TESTE! 

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Desafio aos professores: aliar tecnologia e educação

Seja por meio de celular, computador ou TV via satélite, as diferentes tecnologias já fazem parte do dia a dia de alunos e professores de qualquer escola. Contudo, fazer com que essas ferramentas de fato auxiliem o ensino e a produção de conhecimento em sala de aula não é tarefa fácil: exige treinamento dos mestres. A avaliação é de Guilherme Canela Godoi, coordenador de comunicação e informação no Brasil da Unesco, braço da ONU dedicado à ciência e à educação. "Ainda não conseguimos desenvolver de forma massiva metodologias para que os professores possam fazer uso dessa ampla gama de tecnologias da informação e comunicação, que poderiam ser úteis no ambiente educacional." O desafio é mundial. Mas pode ser ainda mais severo no Brasil, devido a eventuais lacunas na formação e atualização de professores e a limitações de acesso à internet - problema que afeta docentes e estudantes. Na entrevista a seguir, Godoi comenta os desafios que professores, pais e nações terão pela frente para tirar proveito da combinação tecnologia e educação.

Qual a extensão do uso das novas tecnologias nas escolas brasileiras?Infelizmente, não existem dados confiáveis que permitam afirmar se as tecnologias são muito ou pouco utilizadas nas escolas brasileiras. Censos educacionais realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) mostram que a maioria das escolas públicas já tem à sua disposição uma série de tecnologias. No entanto, a presença dessas ferramentas não significa necessariamente uso adequado delas. O que de fato se nota é que ainda não conseguimos desenvolver de forma massiva metodologias para que os professores possam fazer uso dessa ampla gama de tecnologias da informação e comunicação, que poderiam ser úteis no ambiente educacional.

Quais devem ser as políticas públicas para incentivar as tecnologias em sala de aula?Elas precisam ter um componente fundamental de formação e atualização de professores, de forma que a tecnologia seja de fato incorporada no currículo escolar, e não vista apenas como um acessório ou aparato marginal. É preciso pensar como incorporá-la no dia a dia da educação de maneira definitiva. Depois, é preciso levar em conta a construção de conteúdos inovadores, que usem todo o potencial dessas tecnologias. Não basta usar os recursos tecnológicos para projetar em uma tela a equação "2 + 2 = 4". Você pode escrever isso no quadro negro, com giz. A questão é como ensinar a matemática de uma maneira que só é possível por meio das novas tecnologias, porque elas fornecem possibilidades de construção do conhecimento que o quadro negro e o giz não permitem. Por fim, é preciso preocupar-se com a avaliação dos resultados para saber se essas políticas de fato fazem a diferença.
As novas tecnologias já fazem parte da formação dos professores?Ainda é preciso avançar muito. Os dados disponíveis mostram que, infelizmente, ainda é muito incipiente a formação de professores com a perspectiva de criação de competências no uso das tecnologias na escola. Com relação à formação continuada, ou seja, à atualização daqueles profissionais que já estão em serviço, aparentemente nós temos avanços um pouco mais concretos. Há uma série de programas disponíveis que oferecem recursos a eles.

Para os alunos, qual o impacto de conviver com professores ambientados com as novas tecnologias?
As avaliações mais sólidas a esse respeito estão acontecendo no âmbito da União Europeia. Elas mostram que a introdução das tecnologias nas escolas aliada a professores capacitados têm feito a diferença em alguma áreas, aumentando, por exemplo, o potencial comunicativo dos alunos.

As relações dentro da sala de aula mudam com a chegada da tecnologia?O que tem acontecido - e acho que isso é positivo, se bem aproveitado - é que a relação de poder professor-aluno ganha uma nova dinâmica com a incorporação das novas tecnologias. Isso acontece porque os alunos têm uma familiaridade muito grande com essas novidades e podem se inserir no ambiente da sala de aula de uma maneira muito diferente. Assim, a relação com o professor fica menos autoritária e mais colaborativa na construção do conhecimento.

É comum imaginar que em países com um alto nível educacional a integração das novas tecnologias aconteça mais rapidamente. Já em países em desenvolvimento, como o Brasil, onde muitas vezes o professor tem uma formação deficitária, a incorporação seja mais lenta. Esse pensamento é correto?
Grandes questões sobre o assunto não se colocam apenas para países em desenvolvimento. É o caso, por exemplo, de discussões sobre como melhor usar a tecnologia e como treinar professores. O mundo todo discute esses temas, porque essas novas ferramentas convergentes são um fenômeno recente. Porém, também é correto pensar que nações onde as pessoas são mais conectadas e têm mais acesso a dispositivos devem adotar a tecnologia em sala de aula de modo mais amplo e produtivo. Outro fenômeno detectado no mundo todo é o chamado "gap geracional", ou seja, os professores não nasceram digitalizados, enquanto seus alunos, sim.

O senhor vê algum tipo de resistência nas escolas brasileiras à incorporação da tecnologia?
Não acredito que haja uma resistência no sentido de o professor acreditar que a tecnologia é maléfica, mas, sim, no sentido de que ele não sabe como utilizar as novidades. Não se trata de saber ou não usar um computador. Isso é o menor dos problemas. A questão em jogo é como usar equipamentos e recursos tecnológicos em benefício da educação, para fins pedagógicos. Esse é o pulo do gato.

Quais os passos para superar a formação deficitária dos professores?A Unesco sintetizou em livros seu material de apoio, chamado Padrões de Competências em Tecnologia da Informação e da Comunicação para Professores. Ali, dividimos o aprendizado em três grandes pilares. O primeiro é a alfabetização tecnológica, ou seja, ensinamos a usar as máquinas. O segundo é o aprofundamento do conhecimento. O terceiro pilar é chamado de criação do conhecimento. Ele se refere a uma situação em que as tecnologias estão tão incorporadas por professores e alunos que eles passam a produzir conhecimento a partir delas. É o caso das redes sociais. É importante lembrar que esse processo não é trivial, ele precisa estar inserido na lógica da formação do professor. Não se deve achar que a simples distribuição de equipamentos resolve o problema.

Fonte: Desafio aos professores: aliar tecnologia e educação

terça-feira, 28 de maio de 2013

TICs na Educação do Brasil

O Brasil precisa melhorar a competência dos professores em utilizar as tecnologias de comunicação e informação na educação. A forma como o sistema educacional incorpora as TICs afeta diretamente a diminuição da exclusão digital existente no país.
Vários pontos devem ser levados em conta quando se procura responder a questões como: Como as TICs podem ser utilizadas para acelerar o desenvolvimento em direção à meta de "educação para todos e ao longo da vida"? Como elas podem propiciar melhor equilíbrio entre ampla cobertura e excelência na educação? Como ela podem contribuir para reconciliar universalidade e especificidade local do conhecimento? Como pode a educação preparar os indivíduos e a sociedade de forma a que eles dominem as tecnologias que permeiam crescentemente todos os setores da vida e possam tirar proveito delas?
  • Primeiro, as TICs são apenas uma parte de um contínuo desenvolvimento de tecnologias, a começar pelo giz e os livros, todos podendo apoiar e enriquecer a aprendizagem.
  • Segundo, as TICs, como qualquer ferramenta, devem ser usadas e adaptadas para servir a fins educacionais.
  • Terceiro, várias questões éticas e legais, como as vinculadas à propriedade do conhecimento, ao crescente tratamento da educação como uma mercadoria, à globalização da educação face à diversidade cultural, interferem no amplo uso das TICs na educação.
Na busca de soluções a essas questões, a UNESCO coopera com o governo brasileiro na promoção de ações de disseminação de TICs nas escolas com o objetivo de melhorar a qualidade do processo ensino-aprendizagem, entendendo que o letramento digital é uma decorrência natural da utilização frequente dessas tecnologias. O Ministério da Educação tem a meta de universalizar os laboratórios de informática em todas as escolas públicas até 2010, incluindo as rurais. A UNESCO também coopera com o Programa TV Escola, para explorar a convergência das mídias digitais na ampliação da interatividade dos conteúdos televisivos utilizados no ensino presencial e a distância.
A UNESCO no Brasil conta com a permanente parceria das Cátedras UNESCO em Educação a Distância em várias universidades brasileiras, que utilizam as TICs para promover a democratização do acesso ao conhecimento no país.
Em 4 de agosto de 2009, a UNESCO no Brasil e seus parceiros lançaram no país o projeto internacional Padrões de Competência em TICs para Professores, por meio das versões em português das brochuras sobre a proposta do projeto. O projeto tem o objetivo de fornecer diretrizes sobre como melhorar as capacidades dos professores nas práticas de ensino por meio de TICs. Autoridades, especialistas e tomadores de decisão analisam a viabilidade da implementação das diretrizes deste projeto adaptadas à realidade brasileira.  
Para mais informações: TIC em educação na UNESCO

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Um guia sobre o uso de tecnologias em sala de aula

Um painel para todas as disciplinas mostra quando - e como - as novas ferramentas são imprescindíveis para a turma avançar


TICs, tecnologias da informação e comunicação. Cada vez mais, parece impossível imaginar a vida sem essas letrinhas. Entre os professores, a disseminação de computadores, internet, celulares, câmeras digitais, e-mails, mensagens instantâneas, banda larga e uma infinidade de engenhocas da modernidade provoca reações variadas. Qual destes sentimentos mais combina com o seu: expectativa pela chegada de novos recursos? Empolgação com as possibilidades que se abrem? Temor de que eles tomem seu lugar? Desconfiança quanto ao potencial prometido? Ou, quem sabe, uma sensação de impotência por não saber utilizá-los ou por conhecê-los menos do que os próprios alunos?

Se você se identificou com mais de uma alternativa, não se preocupe. Por ser relativamente nova, a relação entre a tecnologia e a escola ainda é bastante confusa e conflituosa. NOVA ESCOLA quer ajudar a pôr ordem na bagunça buscando respostas a duas questões cruciais. A primeira delas: quando usar a tecnologia em sala de aula? A segunda: como utilizar esses novos recursos?

Dá para responder à pergunta inicial estabelecendo, de cara, um critério: só vale levar a tecnologia para a classe se ela estiver a serviço dos conteúdos. Isso exclui, por exemplo, as apresentações em Power Point que apenas tornam as aulas mais divertidas (ou não!), os jogos de computador que só entretêm as crianças ou aqueles vídeos que simplesmente cobrem buracos de um planejamento malfeito. "Do ponto de vista do aprendizado, essas ferramentas devem colaborar para trabalhar conteúdos que muitas vezes nem poderiam ser ensinados sem elas", afirma Regina Scarpa, coordenadora pedagógica de NOVA ESCOLA.

Da soma entre tecnologia e conteúdos, nascem oportunidades de ensino - essa união caracteriza as ilustrações desta reportagem. Mas é preciso avaliar se as oportunidades são significativas. Isso acontece, por exemplo, quando as TICs cooperam para enfrentar desafios atuais, como encontrar informações na internet e se localizar em um mapa virtual. "A tecnologia tem um papel importante no desenvolvimento de habilidades para atuar no mundo de hoje", afirma Marcia Padilha Lotito, coordenadora da área de inovação educativa da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI). Em outros casos, porém, ela é dispensável. Não faz sentido, por exemplo, ver o crescimento de uma semente numa animação se podemos ter a experiência real.

As dúvidas sobre o melhor jeito de usar as tecnologias são respondidas nas próximas páginas. Existem recomendações gerais para utilizar os recursos em sala (veja os quadros com dicas ao longo da reportagem). Mas os resultados são melhores quando é considerada a didática específica de cada área. Com o auxílio de 17 especialistas, construímos um painel com todas as disciplinas do Ensino Fundamental. Juntos, teoria, cinco casos reais e oito planos de aula (três na revista e cinco no site) ajudam a mostrar quando - e como - computadores, internet, celulares e companhia são fundamentais para aprender mais e melhor.

Fonte: Revista Escola

 

Nove dicas para usar bem a tecnologia

O INÍCIO  Se você quer utilizar a tecnologia em sala, comece investigando o potencial das ferramentas digitais. Uma boa estratégia é apoiar-se nas experiências bem-sucedidas de colegas.

O CURRÍCULO  No planejamento anual, avalie quais conteúdos são mais bem abordados com a tecnologia e quais novas aprendizagens, necessárias ao mundo de hoje, podem ser inseridas.

O FUNDAMENTAL  Familiarize-se com o básico do computador e da internet. Conhecer processadores de texto, correio eletrônico e mecanismo de busca faz parte do cardápio mínimo.

O ESPECÍFICO  Antes de iniciar a atividade em sala, certifique-se de que você compreende as funções elementares dos aparelhos e aplicativos que pretende usar na aula.

A AMPLIAÇÃO  Para avançar no uso pedagógico das TICs, cursos como os oferecidos pelo Proinfo (programa de inclusão digital do MEC) são boas opções.

O AUTODIDATISMO  A internet também ajuda na aquisição de conhecimentos técnicos. Procure os tutoriais, textos que explicam passo a passo o funcionamento de programas e recursos.

A RESPONSABILIDADE
  Ajude a turma a refletir sobre o conteúdo de blogs e fotologs. Debata qual o nível de exposição adequado, lembrando que cada um é responsável por aquilo que publica.

A SEGURANÇA  Discutir precauções no uso da internet é essencial, sobretudo na comunicação online. Leve para a classe textos que orientem a turma para uma navegação segura.

A PARCERIA  Em caso de dúvidas sobre a tecnologia, vale recorrer aos próprios alunos. A parceria não é sinal de fraqueza: dominando o saber em sua área, você seguirá respeitado pela turma.

Fontes: Adriano Canabarro Teixeira, especialista de Educação e tecnologia da UFRGS, Maria de Los Dolores Jimenez Peña, professora de Novas Tecnologias Aplicadas à Educação Da Universidade Mackenzie, e Roberta Bento, diretora da Planeta Educação.

Criando Infográficos

O que é um infográfico?
Infografia ou infográficos são representações visuais de informação. Esses gráficos são usados onde a informação precisa ser explicada de forma mais dinâmica, como em mapas, jornalismo e manuais técnicos, educativos ou científicos. Pode utilizar a combinação de fotografia, desenho e texto. Um exemplo de infográfico do tipo mais simples poderia ser uma linha de tempo onde ao selecionar determinados períodos aparecem imagem e textos explicativos.

Saiba mais em: Criando infográficos

Relate seu processo de inclusão digital: medos, expectativas, conquistas, mitos, lutas...

1. O que significa para você o mundo digital e como se alfabetizou neste domínio?
Significa conexão com outros países, continentes e pessoas, promovendo o conhecimento de novas culturas, modos de agir e pensar. Umas das coisas mais interessantes para mim no mundo digital é poder conhecer pessoas de outros países, pessoas que nunca imaginei conhecer, mas tive a oportunidade por causa da internet e todos os recursos que ela oferece, pude conhecer pessoas que moram nos Estados Unidos, Espanha e até na China. Outro ponto muito positivo é estar sempre por dentro do que está acontecendo no Brasil e no mundo a um clik.

2. O que tem de significativo no uso das TIC: novidades, estímulos e dificuldades.
O uso das TIC promovem inovação, interatividade, etc. Estimulando que busquemos novos conhecimentos, habilidades,  experiências com o ''desconhecido''. 
E com relação às dificuldades, é normal que isso ocorra, é sempre difícil se acostumar e aprender a usar um novo recurso no começo, mas cabe a cada um correr atrás de novas atualizações para que possamos obter novas aprendizagens e conhecimento.

3. Quais habilidades já tinha e teve de adquirir? Quais foras as dificuldades?
Estou acostumada com o uso do computador desde criança, então nunca tive muitas dificuldades com o uso dele, aprendi a usa-lo sozinha por volta dos 8/9 anos de idade.

4. Que coisas positivas conquistou com as TIC? Em que mudou seu modo de aprender?
Novas oportunidades de conhecer pessoas, aprender coisas novas, conhecer outras possibilidades com rapidez. E o que mudou hoje é que gasto muito menos tempo fazendo pesquisas em livros e apostilas, é só ligar meu computador e tá tudo ali, bem rápido e prático.

Ana Caroline de Araújo Oliveira

Educação e TIC

TIC -> Mídias: Impresso, TV, Rádio, Computador, Internet...

Tudo isso resulta em educar!


Como o ser humano aprende?
Pela interação.

INTERAÇÃO é diferente de INTERATIVIDADE.

sábado, 18 de maio de 2013

Resumo de aula - 13/05/13

Olá pessoal, boa noite!


No dia 13/05 foram realizados os primeiros seminários em relação as TICs que nos acrescentaram um conhecimento  amplo sobre várias questões, incluindo informações sobre os nativos e os imigrantes digitais da atualidade. 

Algumas questões foram levantadas a partir dos temas apresentados  e logo abaixo vamos pontuá-las.


     1. Quais os desafios e as possibilidades geradas diante da implantação das TICs na educação?

         Os desafios consistem em convencer aos cofres públicos a investir altos custos em recursos, infraestrutura, capacitação profissional e etc, bem como quebrar antigos paradigmas educacionais que negam o acesso às tecnologiasdemonstrando que  o uso nas TICs podem complementar a aprendizagem e ajudar de forma significativa nesse processo.

         Já as possibilidades estão voltadas para a promoção de um ambiente estimulante na aprendizagem que  possibilite a criatividade , a inventividade e o desenvolvimento de habilidades nesse processo,  diante de experiências realizadas com as TICs que, por outros meios, não poderiam ser realizadas. 

     2. O que é plasticidade Cerebral?
         Refere-se a capacidade que o sistema nervoso tem de alterar a sua estrutura e o seu funcionamento ao longo da vida, como reação a diversidade que o rodeia ; através das mudanças em diferentes níveis do sistema nervoso, é a capacidade que o cérebro tem de se moldar à realidade em função das experiências do indivíduo,  reformulando seus hábitos em função de suas necessidades e do meio ambiente.


     3. O que é o hipertexto?
      É  um texto em formato digital ao qual se agregam outros conjuntos de informações na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, cujo acesso se dá através de referências específicas denominadas hiperlinks, ou simplesmente links que facilitam a escolha do acesso à informação e navegação dos internautas; o texto pode ter diversas palavras, imagens, ou até mesmo sons, que, ao serem clicados, são remetidos para outra página onde se esclarece com mais precisão o assunto do link procurado. É possível navegar à procura de um tema por diversos hiperlinks (onde estão localizados os hipertextos) que contém várias informações, como por exemplo:


     4. Os games na educação


     Os games na educação podem favorecer a aprendizagem de forma significativa, se aplicados de maneira correta; através deles é possível promover situações de aprendizagem que estimulem o pensamento e a resolução de "situações problemas" e desafios, visando desenvolver as habilidades intelectuais entre os alunos não apenas de forma  interativa, mas também através da interação com outras pessoas na rede.

     5. O que é uma sociedade líquida?


       É uma sociedade caracterizada por constantes mudanças e que se molda a cada dia; marcada pela instabilidade e pelo avanço das tecnologias, apresenta relações que são estabelecidas rapidamente e que podem ser desfeitas na mesma velocidade e, de alguma maneira, não se permite planejar ações a longo prazo, uma vez que as mudanças futuras são imprevisíveis. 

     6. Representação de Mobilidade



    Sobre esse tema, foram apresentadas diversas tecnologias que proporcionam a mobilidade e a praticidade em relação ao compartilhamento de informações, principalmente àquelas que estão disponíveis através da internet; hoje, já é possível executar diversas ações com dispositivos móveis que antes nos limitava apenas a uma ação, como é o caso do celular que atualmente conecta-se a internet, armazena arquivos de diversos formatos, tira fotos, etc, podendo ser usado em qualquer lugar e a qualquer hora, ou seja, nos proporciona uma mobilidade de levar conosco o acesso às  informações e serviços em qualquer lugar que estejamos. 

         Ao término da aula, em relação a essa questão, foi proposta uma pesquisa para ser feita com 15 pessoas, através da seguinte pergunta: Por qual razão você tem um celular?  e os resultados obtidos foram: 

  • 10 pessoas disseram que o celular é essencial atualmente e que não conseguiriam viver sem ele.
  • 3 pessoas responderam que o utilizava por causa do trabalho e para se comunicar com  a família e amigos.
  • 2 pessoas responderam  que tinham um celular porque atualmente os planos de telefonia móvel estão mais baratos do que os planos de telefone fixo.
  

Fontes de pesquisa: 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipertexto
http://www.cognifit.com/br/plasticidade-cerebral/
http://www.recantodasletras.com.br/artigos/2420135

segunda-feira, 6 de maio de 2013

MAPAS CONCEITUAIS

O que são Mapas Conceituais?

Mapas conceituais são propostos como uma estratégia potencialmente facilitadora de uma aprendizagem significativa. De um modo geral, mapas conceituais, ou mapas de conceitos, são apenas diagramas indicando relações entre conceitos, ou entre palavras que usamos para representar conceitos.

 Apresentam-se em diagramas de significados, de relações significativas que buscam relacionar conceitos e hierarquizá-los;  sempre deve ficar claro no mapa quais os conceitos contextualmente mais importantes e quais os secundários ou específicos; Setas podem ser utilizadas para dar um sentido de direção a determinadas relações conceituais, mas não obrigatoriamente.

Não há regras gerais fixas para o traçado de mapas de conceitos. O importante é que o mapa seja um instrumento capaz de evidenciar significados atribuídos a,conceitos e relações entre conceitos no contexto de um corpo de conhecimentos, de uma disciplina, de uma matéria de ensino. 

Por exemplo, se o indivíduo que faz um mapa, seja ele, digamos, professor ou aluno, une dois conceitos, através de uma linha, ele deve ser capaz de explicar o significado da relação que vê entre esses conceitos.
Uma ou duas palavras-chave escritas sobre essa linha  podem ser suficientes para explicitar a natureza dessa relação. Os dois conceitos mais as palavras-chave formam uma proposição e esta evidencia o significado da relação conceitual. 

Mapas conceituais devem ser explicados por quem os faz; ao explicá-lo, pessoa externaliza significados. Reside aí o maior valor de um mapa conceitual.

Como podem ser usados

 O mapeamento conceitual é uma técnica muito flexível e em razão disso pode ser usado em diversas situações, para diferentes finalidades: instrumento de análise do currículo, técnica didática, recurso de aprendizagem, meio de avaliação (Moreira e Buchweitz, 1993).

Exemplo 1- mapa conceitual sobre o ar:


Fonte de pesquisa:

Exemplo 2 - mapa conceitual sobre  ensino / aprendizagem:



Fonte de pesquisa:

Resumo de aula - 06/05/13

Olá pessoal!
O conteúdo da aula de hoje foi muito interessante. Foram abordados dois temas relacionados as TIC: TIC na Educação e Mapas Conceituais. Além disso, foi apresentado um software chamado Cmap Tolls que é utilizado na elaboração dos mapas conceituais.

Alguns questionamentos foram abordados em relação aos temas e  foi possível observar a realidade das TICs na educação, que vai desde às exigências para sua implementação (recursos, investimentos, conhecimento técnico, didática, entendimento social) até às barreiras que podem surgir para essa ação, relacionadas à infraestrutura de rede e equipamentos, professores e gestão.

Em relação ao mapa conceitual, vimos que trata-se de uma ferramenta utilizada para organizar, expor um conhecimento e facilitar a compreensão de um tema abordado; constatamos também que os mapas conceituais podem ser feitos de várias maneiras  e que existe um  software  chamado Cmap Tolls bastante útil para criá-los de uma forma rápida e prática.

Em suma, a aula de hoje foi muito válida! Esperamos aprender cada vez mais!
Ótima semana para todos!

sábado, 4 de maio de 2013


Demostracion de OLPC en Flisol 2012 Medellin - Colombia



Proyectos OLPC Colombia

One Laptop per Child en Colombia, comenzó como una iniciativa del sector privado principalmente a través de ONG's y Empresas, mediante acuerdos de responsabilidad social. Actualmente en el país tenemos más de 22,300 niños beneficiados en 54 instituciones educativas en diferentes municipios, que implementan el proyecto, la mayoría de ellas iniciaron como prueba piloto para generar aprendizajes y posteriores implementaciones a gran escala a nivel municipal o departamental. Itaguí será el primer municipio en el país en lograr el cubrimiento del 100% de los niños de educación básica primaria de los colegios oficiales mediante una alianza público-privada, en Noviembre de 2011 arribaron al país las primeras 10mil de casi 15mil que serán distribuidos en el municipio y que incluyen el entrenamiento a más de 400 docentes de primaria. A continuación pueden encontrar información sobre las iniciativas en Colombia.


Você sabe responder o que é um projeto OLPC?

 O site http://www.olpccolombia.org  responde algumas questões sobre o projeto que está inovando a educação.


   OLPC desde a sua missão e filosofia, tem um propósito social e político, que busca capacitar as famílias de classes sociais menos favorecidas dos países em desenvolvimento, mediante um projeto educativo integral que provê as meninas e meninos, um computador portátil de baixo custo conectado à internet.
   O fornecimento de computadores em si não é um projeto de educação, como a tecnologia por si só, dificilmente conseguirá algum avanço. Sem desconhecer que um computador gera emponderamento e motivação para os meninos, meninas e jovens, requer-se de um projeto integral que envolve todos os atores em torno da comunidade educativa. Desta maneira, a tecnologia impacta positivamente a qualidade da educação, oferece novas oportunidades, propicia a inovação e a criatividade, e, portanto,  a competitividade dos jovens.
   OLPC é uma organização que tem transcendido mais além do computador; realmente o laptop XO tem se convertido  no veículo para intercomunicar os meninos, meninas, jovens e suas famílias entre si. Este projeto ademais é o resultado de décadas de investigação  sobre como aprende a mente humana e como explorar o nível de aprendizagem para que os futuros  jovens e adolescentes possam resolver de maneira inteligente  e criativa os problemas da vida real.
   OLPC tem sido apoiado desde a Academia pelo Institute of Technology (MIT) Massachusetts, e busca abrir uma janela de acesso à sociedade do conhecimento e a inovação, ao mesmo tempo que introduz o conceito de "expansão da sala de aula."
   Por outro lado, a escola como centro próprio da modernidade está se tornando obsoleto diante os desafios da sociedade global digital, e o sistema educativo tradicional responde a alguns desafios diferentes. Hoje em dia, a educação deve manter seu papel histórico de guiar o progresso da sociedade, portanto, um sistema educativo baseado na tecnologia é fundamental para responder competitivamente à velocidade de mudança no mundo atual. Dito isto, resulta também evidente reconhecer que os meninos, meninas e jovens são nativos digitais, ou seja, suas formas de aprendizagem  têm evoluído e com eles também devem evoluir os sistemas educacionais, as ferramentas didáticas e o ambiente onde se educam.
   Uma pergunta constante que fazem os pais de família e professores, é como desenvolver o talento e aproveitar ao máximo a capacidade de aprendizagem dos meninos, meninas e jovens. A resposta não está em uma sala de aula onde o professor é o mestre dos conhecimentos; isto se deve a Internet e ao acesso por meio de dispositivos tecnológicos a diferentes fontes de informação, que levou a uma necessidade de que se deve repensar o papel do professor e que a responsabilidade de educar não seja meramente uma tarefa da escola, nem uma tarefa de transmissão da informação de uma geração para outra.
   Hoje devemos pensar que os meninos, meninas e jovens, naturalmente, se tornaram mestres de seus próprios companheiros, de seus pais e até mesmo seus professores. Este fenômeno é uma oportunidade para sejam mais competitivos e para aproveitar a sua curiosidade inata de aprender e explorar novas coisas dentro e fora da sala de aula; pois a vida cotidiana e a interação com a mídia digital tornou-se, talvez, a fonte mais importante fonte de aprendizagem não-formal para desenvolver competências básicas na sociedade da inovação.
   Assim,os professores, pais e os adultos tornaram-se treinadores ou interlocutores para estruturar o pensamento, formar  valores, e criar uma rede de educação integral. A partir desta perspectiva, a OLPC  baseia-se na experiência de aprendizado em aprender fazendo, no qual se podem ser integrar através de projetos os atores que estão presentes no ambiente educativo.